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terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Festa do peão de Barretos

                     O Recinto Paulo de Lima Corrêa

 Na década de 40 quando os peões se encontravam depois de uma longa e penosa jornada de trabalho transportando boiadas, reuniam-se ao redor de uma boa “churrascada” e comemoravam a entrega da mercadoria sã e salva ao frigorífico ou aos ricos fazendeiros. Nessas poucas horas de lazer, dedicavam-se às competições de montaria, domando bois, cavalos e burros bravos. Nesses festivos encontros, os fazendeiros assistiam às montarias e passou a incentivá-los com a distribuição de pequenos agrados. A partir de então, reuniram-se peões e fazendeiros e, apostando entre si, contribuíram para o surgimento da “festa do peão de boiadeiro”.
A qualidade, aliada ao alto valor comercial dos rebanhos zebuínos foram os fatores que contribuíram para a consolidação da fama de Barretos como um dos maiores produtores de gado de alta linhagem do país. O valor comercial e zootécnico dos rebanhos zebuínos aqui existentes era de tal vulto que foram destinados à produção de reprodutores de alta qualidade, o que transformou a cidade de Barretos no mais importante cenário da agropecuária nacional.
Em 23 de maio de 1943 o então secretário estadual da agricultura, Dr. Paulo de Lima Corrêa, representante do interventor Fernando Costa, acolheu uma solicitação da “Associação dos Pecuaristas do Vale do Rio Grande”, então presidida por João Almeida de Queiroz, para que em Barretos fosse construído um local apropriado às exposições de animais. 

Tempos depois, Fernando Costa autorizou a construção do recinto de exposições em nossa cidade, decretando o inicio da obra. Para tanto, a prefeitura do município de Barretos desapropriou uma grande área para a construção, posteriormente doada à Fazenda do Estado, para que a mesma viabilizasse a construção do recinto de exposições. A construção foi iniciada em 24 de julho de 1944.
Os técnicos do estado contrataram Antônio Costa, empreiteiro bastante experimentado no assunto e, este, por sua vez, trouxe para a cidade, a mão de obra especializada, inclusive no assentamento dos mosaicos em estilo português que calçam as vias de todo o recinto compondo de forma harmoniosa, lindos arabescos. Esses qualificados pedreiros e artesãos, já haviam trabalhado anteriormente na construção das dependências e pavilhões da exposição de animais da cidade de São João da Boa Vista. Interrogado se havia igualdade entre o recinto de exposições de São João da Boa Vista e o que estava sendo erguido em Barretos, Alfeu Reveillau declarou que o recinto barretense seria muito melhor, porque haviam sido gastos quase a quantia de dois milhões de cruzeiros. O de São João da Boa       Vista, por insuficiência de terreno ficou comprido e estreito, ao passo que o de Barretos possuía um formato quase quadrado, muito mais amplo e monumental.
A obra de tamanho vulto era considerada como uma das mais modernas até então construídas no país. Na época, o recinto possuía capacidade para 500 reses, além de eqüinos, suínos e seções de produtos de origem animal. Nas instalações sólidas de concreto armado, viam-se os imponentes edifícios, as arquibancadas, o bar, o restaurante, os alojamentos para os trabalhadores, cinco moderníssimos e confortáveis pavilhões para o gado fino e excelentes currais para os bois gordos.  Ficou decidido que no dia 17 de março de 1945, aconteceria a inauguração do recinto e até o dia 19 aconteceria a exposição de animais de Barretos. A este centro da agropecuária nacional foi dado o nome “Paulo de Lima Corrêa”, em homenagem ao ex- secretário de Estado da Agricultura, falecido precocemente e que infelizmente, não pudera desfrutar de uma das mais monumentais obras em pol  da pecuária.

Com toda pompa e circunstância, às 15 horas do dia 17 de março de 1945 foi realizada a cerimônia de inauguração oficial do grandioso recinto.
 Inicialmente, as exposições de gado eram realizadas na vizinha cidade de Colina, e posteriormente, passaram a ser realizadas em compartimentos previamente elaborados junto ao recinto Paulo de Lima Corrêa.
 Para incrementar as atividades, foram promovidas gincanas e várias atividades folclóricas, onde constaram: a pega do porco ensebado, o pau de sebo, apresentações de números regionais, desafios entre violeiros, apresentações de sanfoneiros e, ainda, no recinto, também foram realizadas corridas de bicicletas e motocicletas.
Em 13 de julho de 1947, aconteceu o grandioso rodeio no recinto Paulo de Lima Corrêa. Os rodeios desta primeira festa foram realizados num improvisado picadeiro e como não havia bretes, os animais eram amarrados num poste localizado no centro do picadeiro.  Os primeiros rodeios contaram com a colaboração dos fazendeiros da região que gentilmente cederam burros xucros, cavalos, éguas, bois e touros necessários ao espetáculo.
 Num único dia, compareceram ao recinto, cerca de 4.000 pessoas, para assistirem ao rodeio.
  A festa alcançou grande sucesso sendo reprisada em 1948 para depois ficar paralisada até o ano de 1956, quando foi realizada desta vez, pelo clube “Os independentes”, também com o nome de “Festa do Peão de Boiadeiro”. No ano de 1949, sob a presidência do Dr. Raimundo de Castro Diniz, foi realizado o primeiro “concurso de bois gordos” da região de Barretos, juntamente com a “ terceira exposição regional de animais e produtos derivados” e até o ano de 1953 foram realizados cinco concursos com gado exclusivamente engordados nas vastas pastagens da região e seus resultados figuraram entre os melhores do estado.

As exposições de gado eram realizadas no recinto.  sempre mereceram carinho especial por parte dos prefeitos, governadores, deputados estaduais e federais, senadores, presidentes da república e várias outras autoridades constituídas, numa evidente demonstração de quão importante era Barretos para a região e para todo o país, marcando qual ferro em brasa, o nome “Barretos: Capital Nacional do Gado”.  
No dia 15 de julho de 1955, um grupo de 20 jovens, maiores de idade, solteiros e independentes financeiramente, fundaram o clube “Os independentes” na cidade de Barretos e a intenção do grupo era arrecadar recursos para entidades assistenciais durantes os festejos do aniversário da cidade. Antonio Renato Prata, por ser o autor da idéia é o primeiro presidente. Em 1956, Joaquim Luiz Goulart, aos 24 anos, assume a presidência do clube e durante uma reunião, fica estabelecida a programação do evento que contaria com gincanas, partidas de futebol e pau de sebo. 


Uma competição de doma de cavalos, servia como inspiração para provas do dia do aniversário da cidade, 25 de agosto.
 

È realizada entãoa primeira festa do peão de boiadeiro nos dias 25 e 26 de agosto de 1956 e o rodeio foi num velho picadeiro de circo de touradas chamado “Fubeca”.  É a primeira festa oficial do gênero no Brasil e Aníbal, um peão da fazenda de Orestes Ávila, é quem vence o rodeio. 
Em comemoração ao aniversário de Barretos, às 10 horas do dia 25 de agosto de 1956 foi aberta com um desfile, a grandiosa festa, sendo realizada no período da tarde; provas de agilidade, abertura do rodeio, concurso de berrantes e no período noturno; desafio de violas.  Depois da entrega dos prêmios, a festa foi encerrada com um grande churrasco em homenagem aos peões participante. Nos anos seguintes, até o ano de 1961, além dos grandiosos rodeios realizados no recinto, foram realizados na praça “Francisco Barreto”, as inesquecíveis “noites estrangeiras” ou “noitadas folclóricas” como eram chamadas pelos barretenses, mas devido ao crescimento da festa, as noitadas foram transferidas para o recinto. Nessa noites de rara beleza, apresentavam-se conjuntos folclóricos de todos os cantos do país e também de outros países, como: Paraguai, Uruguai, Argentina, Chile, Bolívia, México, também se apresentavam musicais da Alemanha, Lituânia, Israel, Portugal, Espanha, Ucrânia, Japão e várias outras nacionalidades.
Em 1957, na arena do recinto, Anésio Teixeira da Silva é campeão. No mesmo ano, financiado por um abastado patrocinador, apresentou-se durante a festa do peão, um conjunto folclórico paraguaio de nome “Los Zorzales Guaranis.

Em 1958, Luiz Gonzaga de Araújo, barretense de coração, vence o rodeio. No mesmo ano, José Domingos, o Zequinha, assume a presidência dos independentes.
Em 1959, Zé Ribeiro, o primeiro não barretense a vencer o rodeio, já na sua quarta edição e Joaquim Luiz Goulart retorna ao posto de presidente dos independentes. Adotada desde 1958 no recinto Paulo de Lima Corrêa, a tradicional queima do alho tornou-se  importante competição dentro da festa do peão de boiadeiro.                                                                        A cirrada disputa pelo preparo da mais saborosa comida no menor prazo de tempo sempre atrai turistas e ilustres personalidades. Quando o berranteiro oficial tocava o berrante, iniciava-se a prova: sobre o fogão improvisado montado bem rente ao chão, o tradicional cardápio era preparado, exalando o aroma do arroz carreteiro, do feijão tropeiro, da paçoca, da mandioca cozida e da carne churrasqueada, acompanhada por uma boa dose de “branquinha” e pelo som do berrante e das violas.
Na década de 60 a festa já era conhecida por todo o país e passa a ser realizada em cinco dias, com apresentação de peões estrangeiros (Argentina, Paraguai e Uruguai) e não mais em dois dias como desde o inicio.
Em 1960, Vides Garcia da Rocha vence a quinta edição do evento e Maurício Lourenço Faria monta pela primeira vez na arena de Barretos. Alaor de Ávila assume pela primeira vez o comando dos independentes.


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Em 1961, Zé Ribeiro repete a façanha e é o primeiro peão a vencer por duas vezes o rodeio, montando o cavalo “Siridó” do Claudionor Gonçalves “Branquinho”, Maurício Faria chega em segundo. No mesmo ano, o Banco Bradesco acredita no rodeio e começa a patrocinar a festa de Barretos. Roberto de Ávila assume a presidência.
Em 1962, novamente dá Zé Ribeiro e por três vezes considerado o melhor peão do país, mas divide o primeiro lugar com Maurício Faria, é a primeira vez que dá empate.
Em 1963 Zé Ribeiro vence novamente e se torna tetra-campeão. Aníbal Araújo, o primeiro campeão de Barretos, retorna às arenas. José Brandão Tupynambá é eleito para a presidência dos independentes.

Em 1964, o evento foi declarado de utilidade pública e oficializado por lei estadual. João Vaz de Almeida interrompe a seqüência de vitórias de Zé Ribeiro. Tupynambá é reeleito presidente do clube.
Em 1965 um peão uruguaio, Pablo Teixeira Cardoso, leva a melhor sobre o barretense Osmar Marchi. Pablo fez questão de montar na final com olhos vendados.
Em 1966, locutor de nome Antonio de Souza, mais conhecido como “Zé do Prato” inicia sua carreira de locutor. Osmar Marchi vence pela primeira vez um rodeio em casa.
Em 1967, Osmar Marchi vence novamente em Barretos. Nivaldo Gomes substitui Roberto de Ávila na presidência dos independentes. Nessa época a festa conta com a presença de artistas famosos como Chico Buarque, Mazzaropi e a miss Brasil Carmem Silva Ramasco.
Em 1068, Benedito Alves de Souza, o “Benê”, mineiro de Bom Despacho, vence no Barretão.
Em 1969, novamente um empate no rodeio e o titulo fica com João José dos Santos, o “terra seca” de Jacobina- BA. e Geraldo Ribeiro “Goiano” de Carvalho da cidade de Jaraguá- GO. Daniel Bampa Neto assume pela primeira vez, a primeira vez a presidência dos independentes. Em 1970, acontece o primeiro concurso para a escolha da rainha. Germano Felix (Paranavaí – PR) é o primeiro peão paranaense a vencer na arena mais famosa do Brasil.
Em 1971, Alaor de Ávila retorna ao posto de presidente dos independentes, depois de 11 anos afastado. Laurindo Bernardes (Jales – SP) é campeão. 

Em 1972, Benedito Alves de Souza é novamente campeão em Barretos. A empresa Heublein, fabricante do uísque Drurys é a primeira a colocar merchandising na arena do Barretão. O presidente da república, Emílio Garrastazu Médici, participa da abertura da festa.
Em 1973, a Wolkswagem do Brasil se torna o primeiro patrocinador oficial do rodeio brasileiro. Laurindo Bernardes vence novamente e é o primeiro peão a ganhar um carro como prêmio; um fusca 1.300.
Em 1973, mesmo em recuperação de uma fratura na perna, Orides Edson do Nascimento, vence em Barretos.
Em 1975 o baiano Pedro Gomes Aragão começa sua trajetória como um dos maiores campeões da história do rodeio nacional, vencendo em Barretos aos 26 anos, ganha o primeiro carro de sua brilhante carreira. Virgílio de Ávila Lima assume o posto de presidente dos independentes.
Em 1976, Pedro Aragão repete a dose e é novamente campeão.
Em 1977, Valter Teixeira Vilera o “Bill” vence o rodeio. José Sebastião Domingos, o Zequinha, volta a ser o presidente do clube.
Em 1978, Carlos Roberto dos Santos, sai da
capital para ser campeão em Barretos. A modalidade de montaria em touros é apresentada apenas como exibição (sem premiação).

Em 1979, Paulo Eduardo Schneider (Fernandópolis – SP) é o campeão na montaria em bois, antes realizadas apenas como exibição. Prêmio: um tv em cores, enquanto o prêmio em cavalos era um fusca. 
Em 1980, Donizeti Alves estréia como locutor oficial e narra a montaria de Gilmar Pereira, o campeão em cavalos. Tião Procópio vence no touro “canarinho”.
Em 1981, Pedro Aragão consegue a façanha de vencer três vezes em Barretos. Os independentes adquirem 40 alqueires de terras para a implantação do parque do peão, na gestão de Daniel Bampa Neto. È que o recinto Paulo de Lima Corrêa era pequeno para receber tanto público. 

Em 1982, a modalidade de montaria em touros não é realizada em Barretos, gerando protesto dos peões e público, que exigem sua fiscalização.
Em 1983, depois de muita resistência, o rodeio em touros passa a figurar o calendário oficial da festa de Barretos, inclusive premiação igual a de cavalos. Hayrton Filho de Riolândia - SP é o primeiro campeão, da agora oficial, montaria em touros. Começa a ser realizada a “missa sertaneja” num misto da missa crioula (realizada no sul do país) e da missa do vaqueiro (realizada no nordeste brasileiro), sofrendo adaptações e se adequando às nossas realidades e tradições, no recinto de Paulo de Lima Corrêa, sendo posteriormente transferida para a catedral do Divino Espírito Santo.
Em 1984, Barretos inova mais uma vez, realizando o primeiro festival da violeira “Rose Abraão”, resgatando a imagem dos antigos cantores sertanejos.

No final de 1984, Mussa Calil Neto, presidente dos independentes, começa a viabilizar a transferência da festa para o parque do peão.
Até o ano de 1984 a festa foi realizada no recinto Paulo de Lima Corrêa, mas o local ficou pequeno para abrigar tamanho evento, por isso, a festa passou então a ser realizada no parque do peão de boiadeiro, ficando o recinto sendo um local para a realização de grandes exposições agropecuárias, rodeios e outros tipos de eventos festivos, como por exemplo, a festa dos campeões que hoje também não é mais realizada no recinto.
Hoje o recinto Paulo de Lima Corrêa ainda não pertence ao município de Barretos, e este não se preocupa com o descaso para com esse espaço que é parte da história da cidade, parte da história do país e se encontra em completo estado de abandono e deterioração, o mato tomou conta de praticamente tudo. No mês de agosto, durante a festa do peão, a cavalaria  da polícia do Estado ocupa o recinto usando-o de abrigo para os animais, devido aos estábulos existentes ainda no local, também poucos dias antes da festa algumas comitivas de outras cidades se encontram por lá.
 

 (“A Paulo de Lima Corrêa patrono deste recinto, incentivador das atividades pecuaristas da zona. Homenagem póstuma da Associação dos pecuaristas do Vale do Rio Grande.       XVII - III – MCMXLV”)
(“RECINTO PAULO DE LIMA CORRÊA
Aos Elxmos. Srs.
Dr. Fernando Costa - interventor federal
Prof. José de Melo Morais – secretário da agricultura, indústria e comércio
Dr. José Gonçalves Barbosa – secretário da viação e obras públicas
Dr. Plínio Pompeu Piza – superintendente do departamento da produção animal
Dr. Francisco José Longo – diretor da diretoria de obras públicas
Dr. Alfeu Reveillau – diretor da exposição
Dr. Antonio Mariano da Costa – chefe da secção de inspetoria de obras públicas
Dr. Hernani do Val Penteado – engenheiro arquiteto
Dr. Francisco de Paula Silveira – engenheiro fiscal
Dr. Antonio Carlos de Campos Sales – técnico do departamento da produção animal
Dr. Quineu Costa – técnico do departamento da produção animal
_ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _Homenagem da Associação dos Pecuaristas do Vale do Rio Grande _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _”)



 Este é um dos nove pavilhões que abrigavam os bois. Cada pavilhão tinha um nome;
1-    Ibraim Suleiman
2-    Agro pecuária Kanachuê Ltda
3-    Chiquito Costa

4-    Mamedi Mussi
5-    Armando Milani
6-    Abdo C. Suleiman
7-    Dr. Aderbal Góes
8-    Flávio A. C. Ferreira
9-    Carlito Meinberg






Local onde ficava as autoridades e demais integrantes do clube, dentre outros.














 
                           Sr Elói Augusto;
era o caseiro do recinto Paulo de Lima Corrêa.       







 

Sr. Zico Garcia;
cuidava do portão da avenida 25 que era por onde entrava os caminhões com os animais para o rodeio e exposições.



                                                   

                                                      


 Casa do criador, inaugurado em 19 de abril de 1986.

  












Pesquisa feita em Junho de 2007

8 comentários:

  1. Muito bom....Parabens.....gostei bastante......aprendi coisas q nao sabia.......faltou......colocar as rainhas......e falar dos desfiles......mas esto otimo!

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    1. Essa pesquisa não foi fácil fazer porque não encontrei em nenhum lugar da cidade todas essas informações reunidas, eu fui pegando trechos aqui e ali, perguntando as coisas para as pessoas... tudo com a câmera em punho. e deu no que deu que espero que possa ajudar a quem se interessar pela historia do recinto.
      Bom saber que você gostou.

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  2. Jose Wilson Monteiro14 de junho de 2013 às 12:49

    Que Saudades, criança ainda, 1960, 61, e 1962, lembro-me como se fosse hoje, correndo pelo recinto, lembro-me ainda um dia o Gov. Ademar de Barros na tribuna e a partir daquele dia só chamava aquele lugar do Palanque de Ademar de Barros. lindo esta recordação.

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    1. olá José Wilson. se por acaso tiver fotos do recinto naquela época, compartilha comigo, envia pro meu e-mail rosangelambarretos@yahoo.com.br

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    2. eu tenho uma foto do mauricio faria campeão em 1962

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    3. eu tenho uma foto do mauricio faria campeão em 1962 . sou primo dele.

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  3. tenho uma foto do mauricio fari campeão em 1962, se quizer eu te mando

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  4. Estava pesquisando sobre o recinto para o meu tcc sobre barretos e achei o site. Parabéns, as informações foram muito úteis e está escrito de maneira clara. Uma pena hoje em dia o recinto estar abandonado, mesmo com o seu importante significado para a história da cidade.

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